Histórias de

Sucesso

Feira Agroecológica da UFBA

Parceria entre o ITC, Instituto de Biologia da UFBA e Cooperativa de Comércio Justo e Solidário RedeMoinho.

Desde a primeira edição da feira, a parceira com o Instituto de Terapia Corporal, dirigido pela professora Arlene Guimarães, garante a realização de práticas integrativas e Complementares em Saúde, em consonância com os objetivos da Feira, especificamente o yoga, o alimento vivo e massagens terapêuticas. Na Feira, a prática do yoga está integrada aos princípios da agroecologia. As aulas são ministradas regularmente pela professora Maria Eduarda no gramado da praça cultural. De acordo com Maria Eduarda, com o yoga percebemos melhor os efeitos do que ingerimos. O yoga livra nossos corpos de toxinas, contribuindo para que nos afastemos de determinados alimentos nocivos à vida, contribuído para a adoção de uma alimentação mais saudável. E que alimentos são mais saudáveis? Os alimentos agroecológicos comercializados na feira por quem produz: frutas e verduras frescas e da estação; leite e queijos frescos; grãos e sementes orgânicas, óleos extra virgens de coco etc. É importante não esquecer: alimentos cultivados, processados e comercializados com amor e respeito à Mãe Terra.   Entre os participantes do yoga destaca-se o público vegano. Essa caraterística está relacionada aos princípios éticos do yoga, em particular ao himsa, principio da não violência. Esta é uma das principais razões da grande participação do público vegano nas aulas de yoga e, consequentemente, na feira. Os yogis acreditam que um alimento produzido pela morte e dor de um animal não traz nem paz nem tranquilidade. Professora Maria Eduarda sempre lembra em suas aulas que a opção pelos alimentos agroecológicos é um ato de ahimsa, de não violência, de amor por nós próprios e pela Mãe Terra.

A “Oficina do Alimento Vivo” passou a compor a programação da Feira a partir do segundo semestre de 2015. O projeto Terrapia (Alimentação Viva na Promoção da Saúde e do Ambiente), iniciativa do Centro de Saúde Escola Germano Sinval, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) dentro das ações da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, inspirou a coordenação da Feira Agroecológica da UFBA na estruturação da oficina. O objetivo da oficina é introduzir a comunidade de aprendizes criada pela feira no mundo do Alimento Vivo com atividades voltadas à culinária viva, produção de sementes germinadas e brotos, contribuindo, assim para o desenvolvimento de uma consciência profunda sobre o ato de se alimentar. A oficina está voltada principalmente à preparação do Suco de Clorofila com sementes germinadas, raízes, tubérculos e hortaliças e, em especial, as pancs (plantas alimentícias não convencionais), hoje, comercializadas na Feira Agroecológica em decorrência das ações de valorização desenvolvidas no âmbito da oficina.

Através do “Suco Verde”, das técnicas de respiração e do “bem viver”, a oficina trabalha com oxigenação sanguínea que leva à limpeza celular, ao tempo em que valoriza a atividade das famílias agricultoras que comercializam a produção dos seus sítios na feira, ou seja, a agroecologia. Dessa forma, partindo de uma abordagem transdisciplinar, a oficina trabalha aspectos técnicos, sociais, culturais de modo a possibilitar aos participantes uma visão complexa e integrada do que significa consumir e produzir o alimento. A oficina, ao atrair um público fiel desde as primeiras edições, paulatinamente, adquiriu relevância na estrutura da Feira Agroecológica da UFBA. 

A oficina é ministrada por Arlene Andrade Guimarães, uma das coordenadoras da Feira, coordenadora da Rede Moinho, presidente do Instituto de Terapia Corporal e co-fundadora a Agrossilvicultura São Cosme e Damião. Na oficina, a facilitadora reforça a importância do consumo dos alimentos como a natureza nos oferece, ou seja, o alimento “vivo”. De acordo o médico e educador Edmond Székeli, um alimento  rico em energia vital, ou seja, energia solar, alimentos biogênicos e bioativos.

Nas oficinas, a agroecologia recebe sempre atenção especial, pois, os alimentos produzidos com a utilização de altas dozes de agrotóxicos e, de maneira geral, os alimentos industrializados, acidificam o sangue, provocando as mais diversas doenças. Por outro lado, os alimentos in natura, frutas, verduras, raízes, tubérculos e hortaliças frescos, oriundos de produção agroecológica nutrem. Conforme explica Ana Branco: quando tomamos o suco verde o nosso organismo reconhece o alimento com parte dele e identifica o núcleo de ferro da hemoglobina com o núcleo de magnésio da clorofila, que é transformada em hemoglobina em questão de minutos, gerando em nosso organismo oxigenação intracelular e retirando toxinas do interior das células. Assim, a oficina integra o universo da feira como um dos espaços pedagógicos mais importantes da grande sala de aula ao ar livre, Feira Agroecológica da UFBA.

Cf. https://www.terrapia.com.br/capitulo-1

/// Márcia Castro

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/// Gil Gomes

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/// Johana Rodrigues

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